
São aquelas pessoas que não fumam, mas que estão expostas a fumaça, pois convivem com consumidores do produto. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o cigarro é o maior poluidor ambiental doméstico e estima-se que cerca de 700 milhões de crianças no mundo sejam fumantes passivas, devido principalmente ao hábito de fumar dos pais. Dados do estudo “Mortalidade atribuível ao tabagismo passivo na população brasileira”, realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Câncer (INCA) e do Instituto de Estudos de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostra que pelo menos 2.655 (7,3/dia) não-fumantes morrem a cada ano no Brasil por doenças vinculadas ao tabagismo passivo. A exposição excessiva à fumaça ocasiona muitas doenças que os fumantes costumam apresentar, como problemas respiratórios, cardíacos e cancerígenos. As crianças são as que mais sofrem com os efeitos do fumo passivo, pois são mais suscetíveis a toxicidade do cigarro por serem imaturas em sua constituição.
"Se o fumo passivo faz mal, imagina o garçom que fica cerca de dez horas dentro de um estabelecimento desses", explica José Serra.
"Se o fumo passivo faz mal, imagina o garçom que fica cerca de dez horas dentro de um estabelecimento desses", explica José Serra.


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